segunda-feira, 30 de julho de 2007

Após recesso Congresso quer arrebentar direitos trabalhistas

Não basta a reforma da previdência agendada para esse semestre pra saciar o apetite da burguesia brasileira. Ela quer mais. Quer tudo o que puder arrancar agora. Não pode esperar para o ano que vem, ano eleitoral. Nem pode esperar que as vaias se tornem mais que vaias.

O G1, noticiou agora pela manhã, que Reforma trabalhista será tratada após recesso. Governo e oposição burguesa juntinhos contra os direitos trabalhistas.

É arregaçar as mangas e levantar as trincheiras.

3 comentários:

Anônimo disse...

Levantar trincheira?

Me engana que eu gosto! Essa esquerda tem sido incapaz de combater o projeto que arrocha o Salário Mínimo até 2023, que tá tramitando no Senado, quase aprovado, e ninguém faz nada!

Se são incapazes de barrar o semi-congelamento do Salário Mínimo, vão ser capazes de barrar a Reforma Trabalhista?

Conta outra!!

Incendiário disse...

Obrigado por seu comentário "anônimo".

Fico feliz de ver que mesmo você tendo raiva da esquerda, venha justo ao nosso blog, o blog do PSTU, manifestar sua indignação.

Mas acredito que sua raiva está mal canalizada. Ao invés de protestar contra a esquerda que é governo (PT-PCdoB) e é responsável pelo PAC que tal como você afirma, arrocha o salário mínimo, prefere questionar os que desde sempre estão na luta contra Lula e suas reformas neoliberais.

Não será o PSTU a barrar as reformas, mas a classe trabalhadora brasileira. Nós seguimos explicando pacientemente que é preciso resistir e derrotar Lula, o que não é uma tarefa simples. Quero aproveitar e convidá-lo a somar-se a nós para fazer o mesmo.

Saudações incendiárias.

Marco Túlio disse...

Uê o governo é de esquerda ???? Achei que era monarquia absolutista. Dom Mulla I o cappo conivente não é rei ???? Se bem que na verdade não parece ter alguem mandando nesse governo de ladrões. O pessoal de esquerda deveria arranjar uma classificação diferente para o P? (P o que). Se eu fosse de esquerda tava morrendo de vergonha.